quinta-feira, maio 21, 2009

SAUDADE DO HORTO


Saudade do Horto. Saudade da entrada da clareira, pela avenida oito. Saudade de por lá entornar com garra um garrafão de trezentos litros de vinho barato, é claro. Saudade daquelas tardes movidas a pernilongos, cachaça - um violão tosco reinando em canções punks versando temas da roça, saudade das cortinas de fumaça sambarilóvi e as risadas entre camaradas, intermináveis, pra sempre perdidas.

2 comentários:

  1. escrever é ler é escre-ler sintetizar uma espécie de realidade da qual todos fizemos ou fazemos parte ou total.
    Nas tardes e noites de vinholão também estive presente com os meus, no mesmo algum lugar que revisitei quando li seu escrito sofá de tempos atrás.
    obrigado poeta.
    para mais perseguição de poesia, visite http://trechosnus.blogspot.com/
    Rodrigo Giovanini Malagodi

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  2. para mais objetos, visite: www.google.com.br

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