sexta-feira, junho 12, 2009

SEM RUMO

Acordou. Os olhos, lentos, procuram substâncias verossímeis. Vagarosamente esticou os braços para o céu, muito preguiçosa...Hmmm, agora o bocejo, uaaa, outro bocejo; remelas, notou a presença de secas remelas grudadas junto a face e nos bolsos do paletó de madeira verde, invisível. Que moleza...Com essa terrível e eterna languidez, minando todas as energias, se espichou num átimo e saiu correndo no cacete.

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