segunda-feira, julho 06, 2009

De cinco em cinco meses cortava as unhas dos pés. Esse era o Gilberto. Insistia com a rapaziada no butequinho do Cássio: "unha do pé não corto nem fodendo...". Um dia, céu azul violento e limpo, apagou a brasa do cigarro na pupila esquerda.

Um comentário:

Eu espero acordes que não desistam de cocainar meu dia, mesmo quando já nasceu morto. Espero notas que não apliquem a tortura do t...