sexta-feira, outubro 09, 2009

FAÇA BREVEMENTE UMA BELA PROSA COM A SEGUINTE EXPRESSÃO: FIM DE SEMANA



E o fim de semana me aguarda. Me espera com o paletó punk do sucesso. Pirando, pirando fácil, de cachaça mineira - o fim de semana me abraça. Eu sou o bêbado mais feliz de Rio Claro. Será que todo mundo que faz o cocô mole na terrinha morre caipira do cu bucetado? Cadê o cheiro de queimado? Cadê, no fogão adaptado, é, o fogão CCE da Tininha? Por falar nisso, cadê o urso de pelúcia doidera do Otávio? Onde tem mais televisão? Montevidéu.

Porra. Fabricaram o sumiço nos velhos parceiros do asfalto podrão. Por onde anda Léo Gonzáles? Nem o Gralak sabe. E o que dizer do Renatão Caixa d’água? Vixi...Mas que é bom escrever sete da matina, viradão, ah, isso é bom pra caralho. Quem precisa dos anos 90? Eu preciso. Quem precisa de farra, moedas de trinta e preguiça? Nóis mais o Tio Tetão. E o Agradável Silva? Ainda pilota o caixa da Veneza. De pólo rosa, clássica. E a calça é branca. Tamos aí. Padaria Veneza: satisfação. E a Caravan foi embora. Não adoeceu, apenas vazou líquida, psicodélica no arco íris pela gripada gelatina pinicou nervosa em poeira saudosista...

Aopa. Quem é? A marmita de Satã. Com picles reforçado, alho, cebola com olho de carne seca, ovo por bosta, sal pra caralho. E pra beber? Suco de cemitério. Saca só! Nem rola. Mas na Avenida Visconde do Rio Claro, ó, porra, ó, que delícia, lá tá cheirando esterco cítrico faz uma década– e a Marli acordou hoje zonzona, de sutiã azul marinho na testa. Just róque e café crust, birita dia e noite, noite e dia- chapando o grobo - noção é teta, é o infernão-maionese ride, encalorzar a roça operando fraude, idéias de dinamite retorcida com ovo cozido em mi farofa – frita fritando o fim de semana começa no Elevador Branco.

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