quarta-feira, janeiro 26, 2011

SINGRANDO NO CALORZÃO DA RUA 1

Como diz minha namorada: "Wonderfuls of home". Fui pra lá segunda-feira. Saí mais cedo do trampo e topei umas garrafas térmicas cafezuscas lá. Aopa. As pretas são as mais monstro. 100% Simpatia. Serei apenas um ex-bebum procurando insconcientemente um novo Jack Daniels? Não. Prefiro só a rua 1.

Pois é: tão, tão bão visitar a rua 1. Cria músculos de ácido sulfúrico, na corrosiva alma. Na rua 1 com avenida 24, há uma boa loja de autofalantes, amps, etc. Precisava ver esquemão pra deixar meu "equipo" (acho do reggae demais essa expressão) na responsa. Mas a birosca tava fechada. Que merda.

Depois, um sucão (lembra, Sebastião Casagrande?) ali no Seu Moço. Na rua 1, é claro. Aopa. Não havia nenhum cara-suja por lá. Aliás, tinha sim: um chifrudo me bizôiou de solslaio. Sabe aquele cara que acabou de sair da firma e sempre vai estar no esquema "cara-de-firma, uniforme-de-firma,caixão-da-firma?". Pior que isso: cheguei o bicho me olhou com carão de duropex fresco. Então encaro o fitinha. (Que porra é essa?) AE ele virou a cara - acabei nem dando trela. "Quero 1 turbinadão." 

Me ajeitara feliz, tranquilóvisky, na banqueta, quando há interpelação: "Vai 1 salgado, moço? Bolovo, Enroladinho de migalha, Coxinha de Avestruz, Torta de Cancro Mole...". 

Ela é o próprio telemarketing dos petiscos. Cadeia's Moço. Perguntou várias vezes. "Não, brígado." "Não." "NÃO". Ah sim, ela é crente.

Chego em casa e, numas de perturbação, disparo um montão de palavrório crust  pra cima do Arte e Cultura  de Rio Claro. Uau. Lucidez que sempre incomodará engomadinho e bem-relacionados. Deveria permanecer com os ouvidos da alma paralelos ao universo da rua 1 - aprazível ventre dessa imaginação crândestina, chefia. Aoopa.

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