Após o café da manhã, lembrei que o assunto "torradas" sempre fora polêmico em meus rodízios mentais. Nunca fiz greve por elas, nem montei um preguiçoso refrão às custas de seu desempenho enquanto sabor.
O vento gelado e úmido esvaziou a rua seis. Vantagens, méritos, cálculos de merda. Mesmo se a rua ficasse tranquila, apareceria algum filho da puta com o coração envenenado, farejando torradas. Não vivemos mais na época dos bondes e algumas pessoas evitam ler Graciliano Ramos. O grito de alerta disparado em minhas arrogâncias acende meu ódio, mas existe paz, basta entrar numa velha oficina de sapatos. Acontece que alguém confunde relojoaria com mercearia quando o lírio engana os reflexos do famoso lagarto do Texas.



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