quinta-feira, outubro 25, 2012


Um copão de torneira water antes do recolhimento for dreams. Aeroporto da Alma, atenção: uma nébula confusion ou a nóia encarnada em expansiva saudade? Saudade que arrebata os pulmões dos pés do coração: aqui estou de copão em ondas internas na barriga, sem sono. E esperando os fogos de artifício furarem o sky, reconciliation em cambalhotas chapadas de alegria, o retorno, o regresso, o abraço urgente como se cada rajada de cortante saudade sorrisse empolgadaça, incisiva em ternura e no gatilho da euforia dos próximos momentos nhotijuns. Nébula confusion ou saudade expansão? O mundo é das pessoas duronas, disse a  apaixonada alma, logo ali perto da Mandona Avenue.

terça-feira, outubro 23, 2012

19 de outubro de 2012

A sintonia voltou. Bons tempos are back. A paz, excrusiva, experimenta seu triunfante regresso. It's time to alegria.

A alma azulada descansa, como se todas as futuras encrencas fossem ainda mais viciantes, perfeitas. E o teu pequeno sorriso encontrarei dentro da noite, a eternidade no céu de Rivers.

it's time to gentilation



O gravão é robusto, a saturação é préZa - nítida e violenta, objetiva. Como é fonte primária-harmônica dentro do lesado trio, a HB six trings pulsa toda sua concentração intensa às dez horas da matina, chefia. Por esse horário, o Bruno é Lóque e enche de viagem fuckin gain o planeta maionese, viagens alucinantes como contraponto perfeito ao já chapado Jeff Sono - e antes que a terra perceba, a encrenca já está feita, meu chapa.

sexta-feira, outubro 19, 2012



Maldita tortura. A injustiça vestindo as asas do mais non sense dos desperdícios. A angústia não pisa no espaço dessa manhã de sexta-feira, ela ergue é seu imenso distúrbio, tão voluntário, tão inconsequente. 


Quase seis  horas da matina e a dor baterá em sua porta hoje, novamente, eu sei. Alguns idiotas reducionistas proliferam suas bostas em leigo palavrório: são as ondas cerebrais oscilantes. 



Sou a dor corroer cada nova fibra daquele estrangulado cadáver espalhado na alma em seus restos desconcertados. Sinto que estou sonhando com nada, somente a podridão na carne me acelera: estou espancando o ringue sem lutadores, ecos transpirantes da própria raiva ao redor. E da raiva vermelha, cerrados pulsos, e dessa raiva vão ladrar em cada corner outros tormentos suicidades. Rios de nóias do outro lado. Rios de nóia na minha outra metade. 



Eu quero derrubar qualquer muro de concreto que ouse torrar meu saco nos próximos instantes. Porque quero aquele céu: o meu céu. Atiro-me pra debaixo do inferno, ainda que com a saudade envolta em raiva,vermelha. Eu me derrubo em direção ao seu encontro, mas você saiu para o desdém. 



Maldita tortura, insaciável. Ainda acordado, esperando a chuva dos nosso abraços inenarráveis, mas é como se tudo dependesse do prosseguimento dessas imbecis chuvas de desencontros desnecessários, inesgotáveis, olheiras gigantes. Em gotas erráticas, eu sinto os dedos perderem qualquer quartel dos movimentos: irracional, racional, pouco importa. 



O ringue está com a iluminação vermelha, como se escurecesse mais, o sangue em poças desiguais, eu avanço, é de cegar e cegar qualquer alma que nunca amou alguém assim, não há saída  hoje, meu amigo, valente parceiro do coma induzido.



Somos todos herdeiros da EUTHANASIA. Que porra, contemplativa amargura, espremo as veias dos braços, você foge, você foge, e ninguém vai notar que esse desencontros de frases são frases. 





Existe algo aí na geladeira, bem fácil? Tem uma banana, fora dela. Os falantes contam com Hendrix, mas nada de vocais. Desligo o som. A angústia num silêncio interno sem piedade martelando todos os meus pensamentos.  E o ringue vermelho: o piso raiva sangue. 



Ódio aos desencontros totalmente evitáveis da existência. Capotes. Ligações desastrosas. Não há culpa. Há saudade. O verbo sensível acabou em  Ruído. Transmissão explosiva, negligência. 



A harmonia agora é uma tensa e arisca lata de crack repousando no brusco corte do me ouça, não desisto.



O homem previsível é o homem morto. Aos olhos dos outros sua poesia será sempre invisível. Ele é o golpe calculado, gesto premeditado, galeria arquetípica banal. É o funcionário dos correios remetendo o óbvio, com frieiras nos olhos, sofrendo desolado como um bancário farto da ulcerada artrite, - sombra banal, rasa melodia de Pense Bem, é fácil decorar-lhe as falas, os sonhos de um homem sem reação em versos brancos, singulares - é assim que lhe evitam,  aquele é um homem morto, incapaz de surpreender até o mais lento dos seres. 



O âmago subjetivo, a garagem toda, fora-lhe retirada, às pressas, uma mudança estilhaçada, móveis desprezados no processo, parafusos são ignorados. Esquina do desespero contínuo, à berlinda, à mercê, os fatos que inexistem, catalogados friamente. O processo histórico, o "vilão", até sua aparente incoerência é bocejante, as probabilidades são vulgares as repetições hercúleas, uma múmia terá mais sabor de novidade. 



O homem previsível, e o pesadelo a sugerir-lhe o simples descompasso, atravessado, afinal coma induzido não é tão forçado assim como as previsões lhe abraçam.

Meus amigos, estou no Sonia Lanches. A fome será recompensada graças a um simpático X-BACON. Recomendo essa obra de arte a todos vocês.

A pouco minutos, como diria o brother Fábio Rebite, estava eu pelo centro de Rivers, na "operação lobo solitório dos cartazes". Vários conhecidos eu trombei nas curvas do tosco passeio. Depois visitei minha crioula, que estava de saída pra facul.

E com a Cascorez descansando ao lado dos meus pés, aqui estou, ao som de Dizzy Dolls, disco ao vivão préza do New York Dolls, esperando meu hambúrguer zero bala. Tô felizão e a vida é um troço muito bacana.

BIKE SOUL BROTHER


Alucinado, psycho pedalava pela avenida oito - via de mão dupla, rush hour. Um barulho da porra ele fazia - porque enquanto guiava a magrela, com a mão direita empurrava um carrinho de supermercado. O carrinho rapidão destacava rodinhas desgovernadas, numa motivação little trêbada, talvez.  Bati os zóio  no piloto-malucão, negrão kamikaze pós Living Colour, you know - que simplesmente seguia sua jornada, absorto em seu universo paralelo e completamente delineado, selvagem symphony and fuck this people, fuck this people. O carrinho seguia destrambelhado pela avenida oito em horário de pico, velozmente costurando o asfalto - dentro dele, umas pipas coloridaças gigantes! - e BOOM! Porra, fodeu.

Bateu num carro zero quilômetro, é muito envolvimento. Semáforo, pessoas, reações, linguagem. A porta do motora então é aberta com extrema violência. De lá sai o descamisado peludão quarentão, o rei da bocha. Consigo está a  mulher, que também resolver sair do carango quatro portas.  Com eles, o minúsculo filho, uma criança que está no banco da frente gritando - PÁRA PAI, PÁRA PAI!!!! Silêncio em Riverside.  Como que sob o lancinante uivo, lúcido confronto, a avenida oito agora surge talvez como aquela tarde do Maracanã em polvorosa após um golaço de letra do Zico, só que de maneira inversa. Eu contemplo a cena à média distância, vejo o carango livre de qualquer risquinho, e um humilde pedido de desculpas, sussurrado, quase como uma invisível chama conciliadora. E observo o machão de merda ameaçar o bike soul brother:

- Fica andando feito retardado com essa porra, nem pra ir devagar caralho!!

Porém, assustado com o iminente engarrafamento, recua, e a pose dos passos lentos e caricatos, de súbito desaparece. Pega a camisa dentro do carro, como se vestisse de medo o gogó agora em perigo: coloca a primeira e se despede do patético, uma pançuda mocinha covarde em triste retirada.

terça-feira, outubro 16, 2012

DEGRINGOLAND, RIVERS E SOROCABA




Há três cidades: Degringoland, Rivers e Sorocaba.

A miséria coletiva é sodomizada compulsoriamente pela tecnologia. Operários de esgoto são púdols diante de usuários do facebrúique. Apagaram-se as lareiras dos pobres. As vestimentas são ridículas espetacularizações  do que um dia fora a vida. Mentes amputadas desfilam seu arsenal: frases são fezes, imagens são urina. Que aspecto esquisito não é mesmo, comedores de infelizes migalhas? O céu de vocês, uma perpétua indigestão. Eu cago pra vocês. Vocês tagarelam, sofredores, com a monotonia de um discurso que há tempos deixou de comprazer-se enquanto linguagem decente. Fedelhos dos botões, impressionados com o vasto vácuo, um veneno realmente fascinante. Incômodo? Esta gente aqui nem saberia responder quem foi Walt Whitman.

segunda-feira, outubro 15, 2012

A VOLTA AO MUNDO EM RIVERS, ACREDITE



Festa of The Nations. Estamos aqui na Antiga Estação da rua 1: eu e o Canetinha, mestre Zanzibar e Bacon. Os dois últimos partiram em busca de rango. Então, eu e o Canetinha aqui estamos, guardando a mesa e ganhando o movimento.

Há muita coisa envolta no rolhê: agora, por exemplo, rolou um número excrusivo de dança do ventre - é de cagá essa porra. E claro, temos vários países aqui representados, em várias barracas. Há até uma barraca para o público adulto. Trata-se da barraca armada. Enquanto isso, os suíços mostram  serviço: em seus monitores dão a letra:ACABOU :(  
É o fim do crepe, meus amigos.

"ENSAIO MUSICAL"

E a BANDA BLUCETA DE BOSTA tocou uma coisa muito parecida com música. Quanto pagaram pra esse pessoal? Sei que é uma grana preta - enquanto muito músico foda em Riverside toca a troco de pão de mortadela, caçulinha e cerveja choca. Porque a "secretaria de viagens" continua investindo nos saudosos oportunistas de plantão, a porcaria indicada - afinal, a araque family artists pede passagem. 

O conjunto tentou imitar o "poeta" Zeca Boleiro e acabou soando como a Cláudia Café com Leite, com um violão com som de lata. O batera tocava bem, só estava na banda errada. Mas o ápice do concerto estaria por vir: sim, é a mais pura verdade da roça, pode apostar. Meus amigos, eu vi as moscas da platéia gorfando especiarias mistas, voando tristes, desoladas testemunhas, quando o péssimo e estridente som dos PA's brindou-nos com os "sucessos" da farinheira Elis Vagina - ou seria mais um balanço da "cantora" Marisa Monte de Merda?

Enfim, o rango tava nos trinquis, firmeza mesmo. Destaque paras as barracas da Argentina, Uruguai e Islândia. E o som, chefia, o som tava uma bosta. De modo que o que sempre salva nessas horas, meus amigos, é a companhia, como sempre.




sim, no início eu cheirava escondido, hihihihihi

quinta-feira, outubro 11, 2012

SAICO DAISY


pinscher fora. e toda black, a fera. focinho pardo, little brown, acolhedora manhã cinzenta de quinta, let's go. passinhos, passinhos : ela parece um ratinho pra lá de speedy freak, toda incessante nos gestos e tiquezinhos, a locomoção em remadinhas da nóia, saltos ambulantes mais que apressados. é só um rolê sossegadão - e a madame no pit stop forever, pra urinar como dog toda hora. é tempo de erguer as canelas traseiras. e depois da poça minúscula, dá pequenos coices a frente da yellow pintura, duplas de kicks, calcanhares de fé. e aproveitou pra mais adiante meter bala num poquito de fresh fezes. sim, o bolinho enxuto reluz: não há segredo. e volta pra casa chorandinha, evitando papo com a Isabel. Saico Daisy é toda sentimental, mas os complexos serão tratados aqui em outra hora, evidentemente.

sexta-feira, outubro 05, 2012

MUITO MAIS FIRMEZA QUE VER CRUZEIRO E INTER


Um jogo bacana, sincerão, true peleja, pra se assitir numa nice, meus amigos.  Eis o jogo: Portuguesa X Sport. Acompanhei tudinho lance a lance com o meu velho pai, na SKY. Jogo sem papagaida tática, jogo corrido, suado e empolgante aos corações da bola. O único ponto negativo foi a porra do juiz, da "FIFA", um baitolão, "me chame de Yellow Cazuza", pavão garça pensando que agarrou o papel principal da mocinha cbf na grama. 


Nosso cenário é o Canindé. Sob a lua rock and roll,  estende-se para aquelas conectadas almas pela paixão dos gramados um palco sereno, de índole humilde e terrivelmente saudosa. A tevê então vai numas de interação simpática, focalizando a alegre, reduzida torcida da lusa, pequena mas bastante fanática. Do outro lado, um bando de ex-jogadores e veteranos jogando pelo Sport, que tenta escapar da zona do rebaixamento: Hugo, Edcarlos, Cicinho. Não quero comentar lance a lance deste animado jogão que me ligou, jogão que terminou cinco a um para os donos da casa (o Sport saiu na frente). E não quero declamar as cenas por preguiça talvez, afinal não quero me estender muito - e olha que valeria a pena, pois o jogo foi repleto de lances e jogadas dignas de comentários hipermaionese, fast análises e metafóricos lances que contemplaram-nos os sentidos e deixou na alma dos torcedores aquele gostão de fina completude (principalmente nos da LUSA),  como um bom x-tudão na pança, obra prima daquele açougueiro velho de guerra, nesta que foi a noite de quinta-feira, quatro de outubro de 2012. 

O contexto disso tudo? Rodada antecipada (apenas alguns jogos) por causa das eleições no domingo. Pela cidade, tradicional corre-corre, rojões na rua 1, patéticos esforços de votos por parte de candidatos a vereador, que de lustra-móveis no pente,  perambulavam de casaquinhos de mangas ansiosas e apelos carinhosos, distribuindo sua sagrada papelada em pontos estratégicos nos bairros. Nada que fuja do padrão político-provinciano desta slow city. Afinal, onde tem poder e dinheiro, tem confusão, já dizia Pedro Passat. E eu amo Rivers. Amo essa cidade que é infestada dum crimão único, dum pessoal gente fina bagarai, incendiário povo camarada e truta de verdade em muitos momentos (sem ironia). 

Só que essa cidade quase não tem ARTE, não tem CULTURA - pro povo nem pros poseurs. Não quero ver peças de quinta categoria e stand up infantilóides dos impostores do momento (house da mother joana super faturation), nem esses chás de bebê "alternativos" feitos de coleguinhas mirins para coleguinhas ingênuos. Enfim,  ziguezagueantes desabafos de merda antes de encarar uma boa leitura e tentar dormir, que amanhã preciso ver a luz do dia. Boa noite, meus amigos.

Pelo lado do Sport, Magrão, experiente goleiro, não teve o que podemos classificar de sensacional náite e que pede bis, não é mesmo, meus amigos?

ANANIAS, BRUNO MINEIRO, MOISÉS E OS TRUTAS DA PORTUGUESA



E a Lusa aFIVElou o Sport, só por esporte.

quinta-feira, outubro 04, 2012

TREVAS, PALAVRA DE MERDA. FODA-SE A FIFA.

Trevas. Insônia Festival. Ranger de dentes como headliner. Súbitas e precárias essas contrações extra death. Se a oficina está em frangalhos, o terror promove chá de baby, comandando todo o repuxo nóia peito adentro, peito afora. Hiperatividade mental intransigente essa. Nada de cessar o repertório de imagens. Não: Woolf não viu nada. E dentro das escadarias onde o teto despenca em rebeldes angustilhas o sossego tá em greve, e os 45% restantes de uma possível mente rumam caolhos naquela infinita pedalada, pisões infinitos across the nada, totalmente exacerbada essa farra imbecil do impulso arredio em seu processo ridículo de infelizes rodeios de merda - trevas- palavra idiota, mas quem sabe em humilde voga nessa altura do campeonato. 

A tevê ligada no vt do jogo do Arsenal, que merda. O tempo não sorri muito agradável não, mas rios de dejetos em questão de segundos podem gerar um fluxo agradável. Meus amigos, aquele fluxo da paz não é tão tonto assim: mas enquanto ele não chega, o festival aumenta a carga máxima nos PA's do little desespero e seus novos dissabores, tão inesperados quanto comer muito sal ao invés de pipoca no "superclássico das Américas", coisas que não chegam a ser decentes ou especiais no meio desta trincheira.  Trincheira que poderá ceder o salão para uma espécie de cachoeira da folia non sense e simpática em plena quinta-feira, daqui a poucas horas, quem sabe.

Se o seu pé está suando frio eu não sei, o meu está. "Informação é o nosso esporte". Ele tomou tylenol dc demais e depois investiu contra corredores de café num proporção de pura cafeína-vitamina power elefante no maior capricho. Direto do Canindé, pela vigésima oitava rodada. Os comerciais cheios de ação, tá osso, o dia não chega, não conheço mais o dia. Trevas, aguda hipermotricidade reluzindo no nada fake Insônia Festival.


***

Um salve ao jornalista Antero Greco. Independente, sério, polido e elegante quando preciso, mas na maior parte do tempo também lúcido-irônico-divertido - é o único jornalista deste país que aplica criativos trocadilhos nos moldes que só o meu  velho pai pode fazer. Vocês sabem, aqueles providenciais, desconcertantes, pós english sambarilóvi times -  trocadilhos rock and roll que rasgam a seriedade dos dias  seja durante uma trivial partida do Brasileirão, será na hora do jantar ou em momentos aleatórios do dia, comentando algo corriqueiro ou inusitado - trocadilhos esportivos ou não, é claro. Greco passa longe do achismo AUTOHELP e pseudoimpressionista dum merdão dum Mauro Bosta,  por exemplo.


Na madruga de hoje Antero ainda tirou uma onda do André Sanchez, aquele pudim de acne mais escroto que o Vampeta tentando entender uma reles metáfora do chapa Dostoievski. O jornalista disse que a fala do dirigente (seu posicionamento sobre o  não disputado segundo jogo do "superclássico" das Américas) tem que ser levada em tom galhofa mesmo. Em outras palavras ele endossava ali que aquela fala era ótima como tela de descansa para uma boa comédia dos trouxas, muito recomendada para  servir de desfecho do grande papelão desta noite da última quarta-feira. O pudim de acne disse "para a cbf o Brasil é o campeão". Juvenil demais, " a taça é nossa, vi primeiro", atitude digna dum espertalhão master, como um bom corinthiano deve ser em termos mentais. Como diria meu pai, "é corinthiano e ainda discute".

Enfim, sempre achei seu trabalho sério e acima da média, aliás como é o rolê de vários jornalistas da ESPN BRASIL. E tem mais: preparem-se, que na Copa do Mundo ele não ficará calado diante dos absurdos desmandes da poderosa Fifa que acha que a república das bananas não passa de uma little casa da sogra. Fifa ou seria Fofa? Madame esnobe, clubinho racista, uma entidade criminosa, que não é dona da poesia, da arte das quatros linhas mas quer lucrar 100% com tudo, e se preciso pisando em tudo e em todos pra obter seu ridículo monopólio. Fifa que nunca me esquecerei foi fascista na África do Sul deixando toda população presa em campos de concentração especialmente criados para "limpar a imagem diante dos turistas". E eu nem precisei assistir a qualquer cocumentário sensacionalista pra dizer isso: foda-se a fifa.






no dia do rock, Antero cantou até Elvis Presley, olha só que beleza - e quebrou até um monitor.

segunda-feira, outubro 01, 2012

Eu vou fazer um xixi bem maluco, ele disse. E voltou com destacados três pingos na cueca azul. A urina dispensada proporcionara-lhe conforto e satisfação para cocainar o próximo exército de ideias bacanas atuantes contra a civilização. Ideias bacanas frente a otária civilização, mas sempre haveria um senhorzinho simpático, uma boa velhinha gente fina e um vira lata firmeza pra provar que o mundo não é só dos idiotas. E então ele colocou a cueca na cabeça e sem babar começou a sonhar com uma chuva da mais pura limonada, numa terra fértil desprovida de maiores agressões aos estômagos. Ele está sem dinheiro e com limão escorrendo-lhe pela testa, mas se a caixa econômica federal agilizasse as coisas, ele renasceria comprando uns bons discos de rockão setentista, pentatônicas de responsa orientando passos e verbal groove escolado pelas calçadas da vida. Eu sou o xixi bem maluco, ele concluiu. Ele e o olhar gordamente abobalhadão  estrábico e mordendo a língua de prazer, o cabelo desfeito e o ruído de muitos puns sendo oferecido como o legado de sérias e agora extintas bisnaguinhas seven boys.

pode apostar, Lindomar

confuso, vagabundo, folgado. louco por futebol e rock and roll, aquele flamejante, conhece? incendiário, de libertação. louco por liter...