terça-feira, janeiro 22, 2013

PELA MANHÃ DE SEGUNDA, NA AVENIDA TREZE

Nunca a Avenida Treze fora assim, tão indescritível. Pela manhã, o sol, tão brando. Eu passo por ela. E ela, concentrada, não me vê. Eu a vejo pelo coração. Ela está de preto, a mulher da minha vida. Concentrada. Séria. Eu passo rapidamente. Torna-se então mágica a calçada. Sonhadora a jornada desta fatia de quarteirão, e delirando eu volto pra casa. Guardo um sorrisinho na alma, e o amor crescente que já era tão mais que perfeito, é indescritível - eu giro o planeta, eu giro a terra - amor, eu preciso de você. Pela manhã de segunda, eu sou o homem mais apaixonado que existiu na Avenida Treze, e no céu também.

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