sábado, setembro 28, 2013

FELIZÃO DEMAIS, EU SEI

Pensamentos esparsos.

Em sequência errática.

As coisas boas dos dias: a minha paixão, minha companheira, minha parceira. Meus pais. O amor pelos animais-ziquinhas do convívio, espaço feliz frequência frequente. 

O som, a podreira. Som cru, gravações podres.

E os amigos?

Os amigos! Valiosos.

Nesse ano fiz amizades que porra, é difícil contar a você como se concretizaram! Do nada você conhece umas pessoas de Plutão Declóvis e plum, o acaso vira rock and roll permanente: parece que há miliano vocês já eram aqueles velhos trutas de coração!

Coisas inexplicáveis.

Do lado ruim, tento sempre ser um sujeito tranquilo, não sou filha da puta com ninguém, mesmo com aqueles que não sabem brincar sem deixar que seu ego proporcionado em cuzionismo e injustificável falta de educação ataque em busca de placas de pare e mancadas dispensáveis. 

Roubadas de brisa nos últimos tempos, porcentagem alta ou baixa, foda-se, haverá essa contingência até 3014, porque babaca age de graça. 

Mas também, seria muita prepotência da minha parte julgar esses detalhes, essas fraquezas, essas prezepadas, que escondem um fundo muito mais complexo do que um mero ping pong da moral, do certo ou errado, escondem uma perda de tempo nessa tentativa de análise boqueta.

Ah, foda-se: sou otimista. A utopia existe, minimamente, eu sei, mas existe. O mundo não tem salvação, mas a gente curte um bocado respirar isso aqui. Alegria e força andam juntas. E a podreiragem, a sintonia, a diversão, estar vivo em 2013, isso é muito doido.

Atenção: minha paixão pela Nízinha é eterna.

E o contato direto em altas prosas sons e ideias com os broders, ah isso tem me rejuvenescido a cada dia!

Muito obrigado pessoal.

Valeu mundo, tô felizão. Aopa: "xóia".


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