terça-feira, fevereiro 18, 2014

Um longo silêncio para toda linha torta de desacerto do mundo. Mundo dos humanos, que fique bem traçado, porque os cachorros - de língua de fora, impulsivos e felizes pra dedéu - apenas procuram por diversão, rabinho abanando à milhão, os ferinhas aproveitam fácil enquanto a noite sonda a janela da chapação. O homem não sabe a hora de parar. Tensões no rádio da incomunicabilidade e mais um ego bobo boiando na própria bosta. O cachorro não dá a mínima pro Joel Santana, nem chegou a  frequentar a aula inaugural daquele velho professor de bomba atômica “preste atenção, vou explicar pela última vez”. 

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