terça-feira, junho 10, 2014




Numa esquina, o stress no trânsito de Rio Claro ousou apagar a poesia de uma manhã azul, tingida por quentinhos raios solares. 



Em vão: a transmissão da tranquilidade prosseguiria, sem crise. 



Enquanto isso, o silêncio do Centro, oito e pouco da matina - e pelas calçadas acenos de cabeça entre vívidos transeuntes, como se irradiassem sem esforço o mais puro sossego dos dias.

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