segunda-feira, janeiro 26, 2015

UM SOLO DE SAX

um solo de sax e a gatinha manhosa se derreteu e decidiu, caiu nas garras do Fagundes - aquele sussurro...como é lento o sax acompanhado do teclado, a gatinha melosa e os beijos molhados, juras de amor resvalam junto ao criado mudo, Fagundes em ereção, recebera na firma uma promoção e o solo do sax sensual, Wando calcinhas roubadas e ela está deitada, oferecida e a fera por cima - o peito é peludo grisalho como creme do prazer, ela bêbada desabotoa-lhe a braguilha, pensa no João Vítor, o filho com catapora e a transa mistura-se à música, o sax, uma lenta bombada e a força acabou no bairro, saque no supermercado, um tiro na lotérica, brocha o Fagundes, coça o bigode bilau borocochô, tropeça no criado mudo, que absurdo, cadê minha carteira aqui no escuro?

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