quinta-feira, fevereiro 19, 2015

na rua 1. bar do china. rio claro.

o copo americano e a branquinha. plum! 

numa golão monstro o operário tomba a cachaça. desgosto, corpo magro. o pileque vem aí, mais uma vez. quase que de graça - de graça não. devagar vem é a desgraça: a mulher Tonha se enrabichou com o Joílson,desapareceu tem dois meses - ou dois milênios de dor e gastrite, mas ele também, porra, santo não é:  transou em plena praça com a Telminha, o Fucão de motelzinho, no improviso maroto aquele coito gostoso.

agora ele magro à beça, um copo. ele é um copo. um copo americano repetido, largado sentado, sobrenome sarjeta e contas esquecidas no balcão, "pindura", "fiado", e o Joílson morreu atropelado ontem, ou melhor o metrô em SP e o mergulho manifesto , Tonha também, desvalida de misericórdia.


desce mais uma, rio claro.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ROCK NA ROÇA

O que me empolga numa cidade ananias são as pessoas. A trutagem é o céu da roça, que resiste ao peso dos dias. Caminhar, caminhar n...