quinta-feira, fevereiro 19, 2015

PROPAGANDA NO YOUTUBE?









Se choveu ou não choveu, eu não lembro. O meu relógio é retardado.

Fulano foi farrear. Foi brincar carnaval.

Fulano foi foder. Foi fazer um frango. Furto e folia, porque não?

E o Carnaval aconteceu na Cidade Azul.

O Frustrados de Burzum, brioco dos mininazis não pode sequer desfilar. Eles não combinam com samba. Não combinam com a vida. E foram espancados entre surdos e uma porção de reco-recos.

Dias comuns, os de carnaval.

Felizes.

E as horas como que enamoradas entre risos, ternos olhares, seis da tarde, café. Horas malucas entre diálogos e pequenas farpas do amor, é sério.

Paredes são primas. As paredes tem o seu valor. É entre paredes que eu posso considerar amigas que às vezes descanso e estrangulo ela, a ansiedade. Gosto de permanecer parado entre algumas paredes, mas só algumas. E às vezes procuro pernilongos.

Devastadora caçada pra afugentar esses imbecis que provocam coceiras e mais desgraça que um mês sem comida no Haiti. E as elétricas raquetadas (magistral invenção) resgatam a nossa dignidade. Os pés produzindo coceira, nem pensar! Pernilongos provocando picadas, o mau humor é uma porção de pesadelo constante, fomos premiados, culpa daqueles malditos pernilongos zunindo asas miseráveis procurando mortadela rondando nossas zoreias. É: silenciosos ou cantantes, merecem a morte.

E você Flavinho? Preparou sua fantasia de Odalisca e caiu com tudo na Avenida Soninha, né?

Carnaval na Cidade Azul. Tiroteio, treze dúzias da indesejada gravidez infantil e o Peter Elevador perdido em seus labirintos mentais, cumprimentado semáforos, desejando feliz páscoa ao prefeito.

A Malu comprou  dois camarotes.Ela não bebe Smirnoff, a Malu é mulher imodesta. A Malu ganhou os camarotes. Maravilha.

E nos bairros, serenata de dengue?

Não se afobe com fobias, Peter. Todos temos que trucidar fantasmas e tramóias, desta montanha russa que muitas memórias e periódicos classificam como química cerebral.

E a cobertura prosseguia. Era de chocolate, lá da Veneza.

Não me venha com essa baboseira de que "o ano só começa depois do carnaval".

O ano pode morrer engasgado com uma Bala Soft.

O Afeganistão fere o meu coração.


Desfile, competição. Tevê, transmissão nas emissoras locais, patrocínio da biqueira, resultados, espacamentos caseiros.

Marchinhas!

Lamartine Babo labareda goma de mascar no céu.

Mas houve também a galera do crisma fumando cigarrinhos metafísicos, sérios acampamentos buxixohaxixados, filas de alface em Valinhos, alagamentos em Santos, desperdício de água nos delírios do bidê da Verusca, e os tradicionais festivais de metal, punk rock, forró crust e camaradagem.

Em 2015 o prazer e o agrado ainda proporcionam matrículas.

Indivíduos deslumbrados e bandas cover foram vítimas do próprio receio em Amparo, é o que dizem os articulistas do acaso.

Acabou a tinta do blógue.

PS: Logo menos levarei a cabo a missão de narrar os feitos incríveis  do também incrível Silas, o blogueiro.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

OUVINDO HARDCORE E LENDO ESCRITORES BRASILEIROS E DO TIO SAM

As pessoas estão sem coragem.  As pessoas brincam verbalmente nas redes sociais perpetuando o lado cômodo da vida.  Já é uma bela bos...