quarta-feira, março 11, 2015

RESENHA: INSTINCT HATE





Atravesso um novo corredor da morte. Trata-se do Instinct Hate.


Compilação chamada “Em meio ao caos, Expectativas são criadas em vão”.

Gravadas, cravadas  entre 2011 – 2012.

São 17 mísseis.

Recusa, postura é .

Paredes fortes do peso. Riffs ora rápidos ora cadenciados, tratores em lentas agonias crunch - e sempre marcados em uma bateria brutal de coração demolidor.

A capa é verde e preta, minimalismo e alma,  nasce o veneno é apenas o começo, o peso só aumenta,  são cacetadas de ACELERO gradativo, mudança rítmica intensa, entrosamento infernal – Peste Evangélica, Mexa Sua Bunda, Enfie Seu Dinheiro no Cu, três cantos profanos assumem o controle do ódio, a devastação-insubordinação nos campos, nas ruas, o vômito da real indignação, dois Guilhermes, dois destruidores em alucinantes palhetadas e baquetadas da morte, fuderosas chamas do ataque frontal sem censura, ouça em volume doente o Instinct Hate, faça-você-mesmo até o fim,  São Carlos em vísceras da atitude e sagrada correria, putrefato tesouro anti-música contra qualquer maré, qualquer mesmice, aqui o Instinct Hate.



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