segunda-feira, maio 11, 2015

DERRAPANTES DESlizaremos: RESENHA KROKODIL - KROKODIL (2015)

Numa voadora você viaja para o tapete estético deslizante noise chapo-visceralizado, organismo vivo triataque ebulição crunch: a capa é foda o disco é foda, o KROKODIL kerosene frita.

Fones fervem em Fuerza. Cadênci ass... linhas vocais e cozinha delirada contrastes espirrando lava em slow.

Esferas dopadas em frequências lentas e altas em cada segundo.

Adjetivar o próprio cíclico movimento é tornar-se krokodil.

Pelos pés veja, olhe abaixo, atravesse: pisar pedais planar na plenitude - pés travessia por baixo mesmo, de outro caos insurgente, crívido-tatuado-transfernal das artérias doentes do meu pulmão cada faixa renascerá, do seu paladar lisérgico com fuzz e tremular de gogh granuladão flanando o gás porão, nas alturas das texturas do trio em 2015 o disco não se encerra, jamais, entrevas entreveras dunas seremos simplesmente monolíticos riffs tão fugidios ou bends malditos?


Um comentário:

OUVINDO HARDCORE E LENDO ESCRITORES BRASILEIROS E DO TIO SAM

As pessoas estão sem coragem.  As pessoas brincam verbalmente nas redes sociais perpetuando o lado cômodo da vida.  Já é uma bela bos...