sexta-feira, julho 10, 2015

ESQUEÇA O OMBLIGO


meu amigo, meu amiguinho: esqueça o umbigo, esqueça o ombligo.

entregue-se ao herege exercício dela, da folia, danada.

gambiarras de folias, florestas abertas de folia gerando serestas, domingão é rio claro, Coreto armoço corotinho, fofoca fumegando é a roça em festança, festa cadeirinha de ferro mesinha-família garimpando loucura, abre a boca Beth: espetinho frango assado Vicente Celestino, dedilhados, violão não é corda de aço, é náilon, olha o gogó dele, Nair. 

E as senhorinhas lentonias balançam as cabeçolas, cantarolando na paz. Peace e palminhas, ritmadinhas. E mais cervejinha. O bucho e a linguiça, a folia ali derramada na praça, é de graça, maltrapilhos não disfarçam, com seus pares fantasmas, desprovidos de asmas, o passinho é apaixonado, é ritmo, é folia no ar, percebe?

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