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MUITA CURTIÇÃO



Instalou-se nele o vírus bobóide. Pilhadão na alegria cheia de bobeira, surgia ele sussa pela tarde, perambulando massa, montando sons sem sentido, na sala. Ele ia do improviso ao balbucio incompreensível, si sil, fu fu, pilhadão de bobice, puramente curtição - ele era um cara firmeza.

Era chegada ela, a hora da farra. Então, levantava os dois indicadores, as mãos em festa para o céu, balançando o corpo todo, afinal aquele era seu carnavalzinho suavão, como se o rumo do feliz foliasse nervoso pelo corpo, e a sala também esquentava como seu coração.



Alô, alô o vovô chegou. Põe mais cachaça nesse coração churrasco, vovô! Põe folia! Porque simpatia, ele e o vovô também tinha!

Lembrou-se de mais riso. É. O seu tio era dono de uma expressão chique demais: "que foi? dinheiro não tenho...". Era aquela coisa de onda certa torcedor ancestral do Flamengo...



E depois ligava a tevê e se amarrava no Fox Sports Rádio. Na mó fissura. Via as cornetadas, a voz do torcedor, curtia sem fim essa onda de muita zuera pra azucrinar a tarde em festança pelo mundão.

E pra cair mais ainda na pilhada da risada, ele deu o play no vídeo abaixo:


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