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Peste Bubônica

Os navios chegavam  do Oriente, em 1346.

As cidades europeias desconheciam higiene, e aí que ratos vândalos, cheios de killer pulgas, começaram a diversão. Até
1352, milhares  de roedores  vieram trazer imundiça ao já podre velho mundo.

Esgotão funfando à céu anerto e open bar de lixo, era essa a hora: a gangue dos roedores tomou fermento e omou conta da bagaça.

Jean Robespierre teve  sorte logo de cara: picado no pescoço durante um cochilo, teve febrão. alta e em rápidas horas caiu duro. Os miseráveis nem eram, enterrados . Eram mozad8s com o papel toalha da época.

Outros  sintomas bacanas  surgiam sussa no corpo da galerinha: bolhas de pus no suvacão, virilha sabor carniça e sangue no orvido como cartão  de visita.

E porra, quem tomo providência?

A Igreja Católica . Proibiu qualquer tentativa de cura. Era pecado.

Vômitos. Epipdemias. Quem descolava remédio virava churrasco, era o bruxo penetra na festa.

O nojo rolou geral, as famílias com o cu na mão renegavam familiares, servos eram  tratados como bosta na França e na Inglaterra, até que os camponeses deeam um basta na tiraçãom na tirania. Assassinando os merdas dos senhores feudais, driblaram a má fase e acendedam aquele merecido baseadão.

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