quinta-feira, julho 27, 2017

montanhas de papel surfite.
montanhas de paper surfite.

esboço agora amassado dentro da minha, eu estou assim mesmo; cuca tomada de amnésia ansiedade e polaridades esquisitóides, o cotidiano é pesadelão meio sessão da tarde.

Des. Desperdício, montanha surfite amassado, olha lá, o desperdício. Madrugada enxergo embaçado, é xanax em campo e a exagerada entrada lexotão no meio da briga, carrinho voraz, é uns mg aí de fortalecimento dementia né, depois vem o desejo de morte do fígado e aí o Dorflex recebe instrução à beira do gramado, alonga-se e entra com duas pastilhas pro jogo, o céu torto apocalíptico, mórbida boca seca cinza.




"Você fez escolhas erradas na vida. "

Um monte de cara que nos anos 80 e 90 era bem de vida, tomava scotch hoje sonha com um moletom de mendigo e uma moeda pra inteira da Vila Velha do Carvalho num triste copo americano.

Você seguiu lendo os caras, leu depois Clarice e curtiu


Riu dos franceses, do existencialismo sartreano em alguns momentos, assim como Kant é meio zanão pra vida do corpo. 


Abro a cabeça e não tem merda nenhuma aqui dentro, talvez um acorde A5 desafinado, se tanto.

muita surdez "ãn", abaixo a cabeça, não comprrendo, a orelha vive distorção e uma sensação toma o céu do meu próximo pensamento besta, que os bancos de praça estão soterrados, o último recanto epifania punkblues banquinho árvores e vida vão virar vagas, são muitos fofos esses novos estacionamentos.

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