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Uma formiguinha de calça jeans, descamisada.  De voz molenga, solicita uma Kaiser quente, juntinho ao balcão da bravata.

Uma andorinha de raybanzão verde entra em cena.

Vai fumando aquele baseadão 40% já estralado, hell yeah - é fumaça é céu em cócegas - suspensa pelas arturas ela, a alegria, em estado folia-rasante, são três da tarde, você está no Aero Crube de Hell Claro.


E vem o Tortugas, quarta-feira - o exército from Jamaica reunido, anos e anos de brodagem, todo mundo de cabeça feita, pra chinesinhos red eyes caírem no esquemão piada gargalhada, tão sossegada a levada, e ela, gargalhóvisky gargalhante - a gargalhada que ecoa lesada, que ecoa rocambolesca pela belda madruga de Hell Claro.


Saudade estralante no peito, aqui. Forte.

Ontem, eram palhetadas pra baixo, fúria, que me deixam vivo visceral i'm the BASS, o sangue empolgado da caveira aos pés, o pé gelado vez ou outra, a perna suando frio debaixo da coberta, as boas melodias do Face to Face que o pessoal fala “melódico demais”. 

Enfim, punk rock é viver e tomar sete litros de café num gole só!

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